Açúcar, café, cacau, algodão e suco de laranja operam em baixa
As commodities agrícolas abrem as negociações desta quarta-feira (25/9) em queda na bolsa de Nova York.
Após atingir o maior nível em cinco meses na terça-feira (24/9), o açúcar demerara começa o dia em queda de 0,56% para os contratos com entrega em março, cotado a 22,99 centavos de dólar por libra-peso.
As recentes altas se devem, sobretudo, aos incêndios nos Estados produtores no Brasil, com cortes nas projeções para a safra.
Além disso, a Organização Internacional do Açúcar (ISO) projetou um déficit global de açúcar para 2024/25 de 3,58 milhões de toneladas métricas, um aumento acentuado em relação ao déficit de 200 mil toneladas em 2023/24.
Os contratos futuros de café arábica com vencimento para dezembro recuam 0,47%, cotados a US$ 2,6655 por libra-peso. Apesar da queda, a commodity vive um cenário de alta de preços que deve se manter nos próximos meses, em razão da seca que atinge os Estados produtores no Brasil e ao crescimento da demanda global.
Os contratos de cacau para dezembro estão cotados em US$ 7.827 por tonelada, uma queda de 0,51% na abertura. No entanto, os preços continuam sendo apoiados por condições climáticas em países produtores da África e por uma alta demanda por produtos de chocolate, especialmente para a temporada de festas.
O algodão para dezembro recua 0,63%, a 73,62 centavos de dólar por libra-peso. De acordo com a Trading Economics, os negociadores estão tentando monitorar o impacto potencial de um ciclone tropical perto de Cuba, o qual pode se transformar em um furacão e, então, ameaçar as principais regiões produtoras de algodão no Alabama, na Geórgia e na Flórida.
O suco de laranja concentrado e congelado com entrega para novembro opera em queda de 0,15%, a US$ 4,8830 por libra-peso.
