Açúcar e algodão também caem, enquanto cacau opera em alta
Os contratos com vencimento para março do café arábica abrem em queda de 0,14% nesta terça-feira (19/11) na bolsa de Nova York. O preço está em US$ 2,8180 a libra-peso, com realização de lucros por parte dos investidores, após preocupações com a safra brasileira em 2025/26.
O pessimismo com os resultados da safra de café no Brasil direciona as negociações na bolsa. Na véspera, os contratos chegaram a bater o recorde de US$ 2,9020 a libra-peso na máxima do dia. Com esse resultado, a Trading Economics calculou que o arábica teria subido 48,77% desde o início de 2024, de acordo com a negociação de um contrato por diferença (CFD), que acompanha o mercado de referência para esta mercadoria, superando um preço que não atingia desde 1977.
Na contramão, as negociações dos futuros do cacau – também com vencimento para março – abrem o pregão no campo positivo, com alta de 1,03% a US$ 8.401 a tonelada. Há uma relativa recuperação da amêndoa, após fechar em forte queda, de 2,22%, no fechamento anterior. Segundo a StoneX, o mercado está atento à produção da safra intermediária, que começa em abril, para averiguar como fica a equação oferta e demanda globais.
O preço do açúcar, após fechar em alta de quase 3%, retorna ao campo negativo, custando 22,13 centavos de dólar a libra-peso. O valor equivale a um recuo de 0,59% na bolsa de Nova York.
Os papéis do algodão para março caem 0,56%, operando a 66,25 centavos de dólar por libra-peso, permanecendo em uma tendência baixista.
