21.5 C
Franca
junho 16, 2026
AgriculturaHortifrúti

Citricultor tem até o dia 15/07 para informar as inspeções do greening e cancro

O citricultor tem até o dia 15 de julho para informar à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, as inspeções e as eliminações de plantas com sintomas do greening e do cancro cítrico realizadas no pomar durante o primeiro semestre de 2020. Por citricultor entendem-se todos os produtores de citros, sejam eles proprietários, arrendatários ou ocupantes a qualquer título.

As informações devem ser fornecidas on line, através do Sistema Gedave – Gestão de Defesa Animal e Vegetal – vinculado à Coordenadoria de Defesa Agropecuária, que é o órgão da Secretaria que coordena as ações sanitárias necessárias à prevenção, controle e erradicação de doenças vegetais que possam comprometer as lavouras, o comércio, a renda do produtor, a economia e a manutenção de empregos.

Através do endereço https://gedave.defesaagropecuaria.sp.gov.br/ se tem acesso ao sistema. Deve-se informar, no mínimo, uma inspeção por trimestre, ou seja, ao menos duas inspeções devem ter sido realizadas durante o semestre.

“Mesmo não encontrando plantas cítricas com sintomas de greening e cancro cítrico, ou tendo sido eliminadas todas as plantas cítricas da propriedade, é preciso preencher o relatório e enviá-lo” explica o engenheiro agrônomo Frederico Augusto dos Santos Ferreira, diretor do Centro de Defesa Sanitária Vegetal, da Coordenadoria.

As inspeções, assim como a comunicação das inspeções são obrigatórias e importantes para que o serviço oficial de defesa sanitária vegetal possa ter o conhecimento geral das doenças no território paulista, acompanhar o volume inspecionado e eliminado para estabelecer as regiões onde ações mais intensivas precisam ser trabalhadas para combater a presença das doenças e dos agentes causadores. O greening é causado pela bactéria Candidatus Liberibacter sp, disseminada pelo inseto vetor Diaphorina citri. Já o cancro cítrico é causado pela bactéria Xanthomonas citri subsp. citri e sua disseminação pode ocorrer através de materiais de propagação contaminados, roupas, material de colheita, veículos, vento, insetos e outros animais.

Deixar de entregar ou informar no relatório as inspeções e as eliminações de plantas com sintomas do greening e do cancro cítrico pode resultar em multas que variam de 100 a 500 unidades fiscais do Estado de São Paulo (Ufesps). O valor de cada unidade é de R$27,61.

Related posts

Flores de conilon podem virar chá e diversificar a renda do cafeicultor, aponta estudo.

Fabrício Guimarães

MG CONQUISTA SELO DE ORIGEM DO CAFÉ

Fabrício Guimarães

Mapa apresenta principais ações realizadas em 2020

Fabrício Guimarães

Deixe um comentário

Usamos cookies para melhorar sua experiência no site. Aceitar Leia Mais