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outubro 14, 2026
Suinocultura

Preços dos suínos caem com menor ritmo de compras pelas indústrias

Apesar do cenário, criadores se mostram otimistas com o mercado para as próximas semanas

As cotações praticadas no setor suinícola brasileiro caíram nos últimos dias, interrompendo o movimento de alta observado desde a segunda quinzena de agosto, informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP.

Nesta quarta-feira (4/12), no Paraná, o indicador Cepea/Esalq para o suíno vivo registrou a cotação de R$ 9,73 o quilo, uma queda de 1,12% desde o início do mês. Em Santa Catarina, o preço médio estava em 9,67% o quilo, redução de 0,51% na mesma comparação.

No atacado da Grande São Paulo também houve recuos, com a carcaça suína especial cotada a R$ 14,99 o quilo, uma queda de 0,99% desde o início de dezembro.

Pesquisadores do Cepea explicam que a pressão sobre os valores veio da menor liquidez. Agentes de indústrias reduziram o ritmo de compra de novos lotes de suíno vivo para abate, atentos ao enfraquecimento nas vendas de carne no atacado.

Apesar desse cenário, parte dos suinocultores consultados pelo Cepea se mostra otimista com o mercado para as próximas semanas, fundamentada nos pagamentos de salários e de uma parcela do 13º e no típico aumento na demanda pela proteína nas festas de final de ano.

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