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Brasil bate recorde em florestas plantadas.

Fonte: Agrolink

A produtividade média nacional chegou a 35,7 m³/ha/ano.

O setor de florestas plantadas segue como um dos pilares do agronegócio brasileiro, movimentando cadeias como papel e celulose, energia e construção civil. Segundo o Relatório Anual da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) de 2024, o país superou pela primeira vez 10 milhões de hectares cultivados, sendo 7,8 milhões com eucaliptos, alta de 41% em dez anos. A produtividade média nacional chegou a 35,7 m³/ha/ano, quase o dobro da registrada no Hemisfério Norte, colocando o Brasil entre os líderes mundiais em eficiência. Minas Gerais e São Paulo concentram 63% da área total, enquanto o Sul domina o cultivo de pinus, com Santa Catarina na liderança.

“A limpeza da área no período inicial do cultivo é determinante para o bom desenvolvimento da floresta. As daninhas competem diretamente com as árvores e tornam o ambiente menos eficiente, além de exigirem mais intervenções, aumentando o custo operacional”, explica o engenheiro agrônomo e gerente de Marketing Regional da IHARA, Marcos Vilhena.

Apesar dos avanços, desafios agronômicos como plantas daninhas e pragas ainda comprometem resultados. Espécies como capim-colchão, capim-colonião e corda-de-viola podem reduzir até 75% da produtividade quando o manejo falha. Já o psilídeo-de-concha, frequente em regiões quentes e secas, pode causar perdas de 30%, com desfolha e redução no crescimento. Para o engenheiro agrônomo Marcos Vilhena, da IHARA, a limpeza inicial da área é determinante para o sucesso do plantio.

“É essencial que o agricultor utilize herbicidas com eficiência comprovada, baixa toxicidade e que ainda não apresentem resistência. Isso garante o controle seguro e sustentado dessas ameaças ao longo dos ciclos produtivos”, destaca Vilhena.

A empresa aposta no manejo integrado, unindo herbicidas seletivos e inseticidas. Produtos como FALCON e YAMATO SC atuam no controle pré-emergente de gramíneas e folhas largas, reduzindo a matocompetição e as reentradas na lavoura, com menor emissão de carbono. Já o inseticida TERMINUS oferece proteção prolongada contra o psilídeo-de-concha, essencial para áreas mais suscetíveis.

“Com o aumento da incidência de insetos em função das mudanças climáticas e da expansão de áreas plantadas, é fundamental contar com ferramentas eficazes, integradas a um programa de manejo preventivo e sustentável”, orienta o especialista.

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