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abril 29, 2026
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Preço da soja se mantém pressionado pela expectativa de aumento na oferta

Cotação do dólar atingiu novo recorde, mas pesou menos do que os fundamentos nesta terça-feira

O preço da soja se mantém em baixa no mercado brasileiro. No Porto de Paranaguá (PR), o indicador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) chegou a R$ 139,80 a saca de 60 quilos, 1,29% abaixo do registrado na sexta-feira (13/12).

No oeste da Bahia, situação semelhante. O preço de referência da Associação dos Agricultores e Irrigantes do Estado (Aiba) ficou em R$ 126,75 a saca. Na segunda-feira, a cotação da soja no disponível tinha sido de 131,88 a saca.

Em outras praças do Brasil, levantamento do Valor Data com base em dados da Scot Consultoria indicou estabilidade nas cotações em praticamente todas as praças pesquisadas. A saca de soja foi cotada a R$ 136,50 em Rio Verde (GO); R$ 127 em Balsas (MA); R$ 137,50 em Sorrido (MT); R$ 145 no Triângulo Mineiro e R$ 134 em Dourados (MS). Nos portos, R$ 141 em Santos (SP) e R$ 141,50 em Rio Grande (RS).

O preço do grão se mantém pressionado no Brasil, apesar da forte alta do dólar. Nesta terça-feira, a moeda americana chegou a ser negociada a R$ 6,20, mas, ao longo do dia, perdeu força e acabou fechando o pregão a R$ 6,10.

Na bolsa de Chicago, a trajetória dos preços da soja também é de queda, ainda respondendo aos fundamentos de oferta da commodity. Os contratos para janeiro fecharam em baixa de 0,53%, a US$ 9,7675 o bushel. Além da perspectiva de oferta abundante, a demanda não mostra sinais de recuperação.

Quanto a exportação, a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) estimou nesta terça que 1,62 milhão de toneladas do grão sejam enviadas para o exterior em dezembro, um pouco acima do volume de 1,58 milhão na previsão da semana anterior.

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