Tecnologia garante retorno já na primeira safra de café.

Fonte: Agrolink

O projeto teve início em 1,5 hectare como um teste.

A Fazenda Estiva, em São João da Boa Vista (SP), mostra como a irrigação por gotejamento pode revolucionar a cafeicultura. Com 180 hectares de café arábica irrigados, a família de produtores registrou um aumento médio de 40 sacas por hectare, alcançando até 65 sacas por hectare contra as 25 no sequeiro. O retorno do investimento veio já na primeira safra, garantindo ganhos consistentes.

Segundo os produtores, a adoção da tecnologia não representou apenas um avanço produtivo, mas também uma mudança de mentalidade. O uso da água de forma precisa trouxe segurança, sustentabilidade e maior qualidade ao café, que também apresentou melhorias expressivas no padrão final.

“Com a irrigação, em dois anos e meio nós produzimos em torno de 60, chegando até 65 sacas por hectare. Antes, no sequeiro, esse número não passava de 25 sacas. É um salto impressionante”, relata o produtor Maércio Diogo de Oliveira, que administra a propriedade ao lado do irmão.3

O projeto teve início em 1,5 hectare como um teste e rapidamente evoluiu para toda a propriedade, diante dos resultados impressionantes. A parceria entre a Netafim e a Bolsa Irriga foi fundamental para viabilizar a tecnologia e oferecer suporte técnico, assegurando eficiência e longevidade ao sistema.

Com a fertirrigação, os produtores destacam que os ganhos não se restringem ao volume de sacas, mas também ao retorno financeiro e à valorização do produto. A experiência da Fazenda Estiva reforça a viabilidade da irrigação por gotejamento no café, quebrando paradigmas em uma região que antes não era tradicionalmente irrigada.

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